::: NÃO PERCA DE VISTA - I


AVALIAÇÃO DA AÇÃO DOS GOVERNOS MUNICIPAIS

Esse artigo descreve a importância da avaliação não apenas como um instrumento que permite o aperfeiçoamento da gestão governamental, mas também como um importante mecanismo de controle social. A oportunidade desse tema decorre do fato dos prefeitos, ao final do primeiro ano de mandato, período em que executaram um orçamento aprovado na gestão de seu antecessor e que contemplava a realização de ações vinculadas ao Plano Plurianual (PPA) também da lavra daquela gestão, estarem discutindo com a Câmara a aprovação do PPA que materializa as suas propostas de governo. Do mesmo modo que hoje já não se admite a ação improvisada e empírica dos governos, que devem nortear sua conduta sempre através de planejamento, também não se admitirá, no âmbito de qualquer nível de governo, a ausência de sistemas institucionalizados de avaliação.

Assim, a necessidade de um processo de avaliação decorre de uma preocupação generalizada em se construir um Estado ágil, eficiente, eficaz e efetivo, capaz de responder às demandas da população. Portanto, vale a pena, pensar, desde já, em institucionalizar o processo de avaliação global dos governos municipais e das ações que integram os seus planos.

As considerações a seguir objetivam ressaltar alguns pontos básicos sobre essa questão, com vistas a contribuir nas discussões e definições das formas de organização e implantação de processos de avaliação das ações governamentais. São aqui tratados a necessidade , benefícios e a importância dessas atividades na melhoria da gestão municipal e da qualidade da relação com a sociedade.

Avaliação

O que é avaliar? Avaliar deriva de valia que significa valor. A avaliação corresponde ao ato de determinar o valor de alguma coisa, valor esse que deve estar relacionado com a capacidade de satisfazer alguma necessidade humana. Portanto, a avaliação consiste em determinar o valor de algo em relação a algum anseio ou a um objetivo, não sendo possível realizá-la sem que se disponha de uma referência, ou seja, de um quadro referencial razoavelmente preciso. Assim entendida a avaliação, o ato de avaliar será sempre exercer o julgamento sobre ações, comportamentos, atitudes ou realizações humanas, não importa se produzidas individual, grupal ou institucionalmente.

Avaliar a ação governamental, entretanto, se reveste de aspectos próprios. Isso decorre, em primeiro lugar, do fato de ser necessário julgar, com base em referenciais pré-estabelecidos, de natureza diversa, o valor tanto das ações realizadas quanto das omissões em realizar ações em áreas de sua competência exclusiva, principalmente naquelas de maior impacto nos níveis de vida da sociedade local. Essa conceituação mais abrangente de avaliação governamental ultrapassa, portanto, a simples atividade de julgar as intervenções para estender-se à análise dos possíveis efeitos das omissões. Só assim é possível identificar os caminhos para elevar a qualidade das iniciativas em curso, mas igualmente, alterar a direcionalidade do esforço do governo com a inclusão de outras ações em novas áreas.

Avaliar a ação governamental é também confrontar uma determinada situação com outra considerada ideal ou "padrão". As comparações podem ser ainda realizadas com situações verificadas no passado, que permitem a visão do processo evolutivo daquele setor, ou até com outras ocorridas em lugares diversos que, por sua vez, permitam uma base para formulação de escalas classificatórias de desempenho.

Percebe-se, por tudo que foi dito, que a avaliação da ação governamental tem que ser trabalhada com visão ampla, orientada por um julgamento de valor, algo eminentemente qualitativo, focalizada sobre processos complexos, em que os elementos em interação nem sempre produzem manifestações mensuráveis, podendo, inclusive, alguns desses elementos, não apresentarem atributos quantificáveis. Trata-se, portanto, de uma atividade que exige não só pessoal habilitado e instrumental metodológico e analítico especializado e muita sensibilidade para adequar os "padrões ideais desejáveis" em cada campo às reais possibilidades, ou seja, padrões ideais "atingíveis" daquela sociedade específica. Isto significa que para cada comunidade, de per si, é preciso fixar patamares ou padrões compatíveis com seu nível sociocultural, porte e montante de recursos disponíveis.

Uma ação pode ser avaliada em vários de seus aspectos e de múltiplas formas, contudo, qualquer avaliação deverá sempre ter como referencial básico a sociedade, suas demandas e necessidades. Ao mesmo tempo deve buscar a identificação precisa dos erros e acertos da intervenção e suas causas, de forma a subsidiar recomendações que permitam a rápida tomada de decisões sobre a correção das distorções ou rumos e a manutenção ou ampliação dos acertos.

Por que avaliar?

A grande demanda por avaliação do desempenho dos governos municipais deriva principalmente dos seguintes fatores:

· A escassez de recursos financeiros que impõe, cada vez mais, maior austeridade e racionalidade na sua aplicação. Vale lembrar que municípios dispõem de recursos derivados de suas receitas próprias e de receitas que lhes são transferidas pelas demais esferas, nem sempre na proporção da importância relativa das atribuições e competências dessa esfera de governo, quase todos estratégicos para o bem estar e melhoria das condições de vida das populações;

· A recente consolidação democrática no país, refletida no aumento das exigências da sociedade quanto à informações sobre a ação do setor público e a total transparência no uso dos recursos, que no caso dos municípios ganha importância dada à proximidade dos governos locais com a comunidade, o que gera maior pressão social por atuações que atendam não só a critérios de legalidade e integridade, mas também aqueles de racionalidade, eficiência, eficácia, economicidade e efetividade na aplicação dos recursos públicos;

· O atendimento ao disposto na Constituição Federal de 1988 e na Lei Complementar nº 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), com destaque para os ajustes fiscais impostos pela LRF;

· A constante prática de descentralização na execução de inúmeras políticas públicas federais e estaduais, mediante convênios com as Prefeituras e as conseqüentes exigências de prestações de contas e avaliações; e

· A descentralização da prestação de serviços da competência municipal através de privatizações, concessões, permissões e terceirizações, onde é exigido controlar a qualidade e o grau de satisfação dos usuários dos serviços de interesse público descentralizados.

Para que avaliar ?

A adoção de um sistema de avaliação tem um enorme potencial como ferramenta para melhorar a gestão municipal, contribuindo para o esforço de alcançar a máxima eficiência no uso dos recursos fiscais.

Esse sistema apresenta diversas vantagens, seja do ponto de vista da organização ou da sua relação com a sociedade, como também do ponto de vista do gestor público.

Do ponto de vista organizacional:

· Possibilita a avaliação qualitativa e quantitativa do desempenho global da instituição, por meio da avaliação de seus principais programas e/ou departamentos;

· Induz um processo de transformações estruturais e funcionais que permite eliminar inconsistências entre a missão da organização, sua estrutura e seus objetivos prioritários;

· Apóia o processo decisório de desenvolvimento organizacional e de formulação de políticas de médio e longo prazo;

· Gera maior grau de confiabilidade da gestão institucional, permitindo eliminar trâmites desnecessários nesse novo contexto.
Do ponto de vista da relação com a sociedade:

· Viabiliza a participação dos cidadãos na gestão pública, seja controlando ou mesmo influenciando as decisões, principalmente nas situações em que a lei obriga a criação de conselhos com representantes da sociedade.

Do ponto de vista do gestor público, por sua vez:

· Melhora o processo decisório: oferece aos gestores públicos a informação necessária para bem desempenhar suas funções de controle da máquina;

· Permite associar o desempenho individual ao desempenho organizacional e aos aspectos de gestão de pessoas, além de motivar os funcionários;

· Possibilita a responsabilização dos gestores responsáveis pelos projetos;

· Dá maior objetividade ao discurso cívico: torna as deliberações públicas sobre a oferta dos serviços públicos mais objetivas, baseadas em fatos e mais específicas.

O que avaliar ?

Um sistema de avaliação do desempenho municipal deverá incluir, obrigatoriamente, instrumentos metodológicos e indicadores que permitam o julgamento de como o governo vem cumprindo suas competências e atribuições, sejam elas realizadas diretamente pelas prefeituras ou aquelas executadas pela iniciativa privada em regime de concessão, permissão, ou convênios e contratos de privatização, como vem sendo adotado ultimamente no país.

Tal sistema, além da avaliação das ações no campo social, onde já existe uma vasta experiência acumulada, deverá também abranger os serviços urbanos e de infra-estrutura urbana, que tradicionalmente não são submetidos a qualquer tipo de avaliação sistemática.

Adicionalmente deverá permitir a aferição dos possíveis efeitos das omissões dos governos locais em áreas de sua competência exclusiva, especialmente naquelas que essas omissões podem originar problemas graves para a comunidade no futuro, como as relacionadas com o ordenamento territorial(controle do uso, do parcelamento, e ocupação do solo urbano) e proteção do meio ambiente.

Monitoramento: condição para a avaliação

O sistema de avaliação se integra ao processo de gestão, já que esse último consiste na condução cotidiana de um conjunto articulado e integrado de ações rumo a objetivos definidos. Desse processo faz parte a tomada de decisões operacionais em meio a restrições impostas por circunstâncias que o dirigente/gerente não escolhe nem controla. As decisões devem ser tomadas com suporte de oportunas avaliações relativas ao cumprimento das programações pertinentes a cada nível organizacional. Assim, um dos requisitos fundamentais para o bom funcionamento de um sistema de avaliação é estar permanentemente informado sobre aspectos cruciais da implementação dos programas, o que demanda a organização de um sistema de monitoramento de tudo o que for técnica e politicamente relevante em cada programa, em particular das ações pelas quais cada programa se realiza. O mesmo se aplica à macrogestão do plano.

O monitoramento é um processo sistemático e contínuo que, produzindo informações sintéticas e em tempo, permite a rápida avaliação situacional e a intervenção oportuna que confirma ou corrige as ações monitoradas.

Quem não monitora os problemas que deve resolver e o resultado das ações com as quais pretende enfrentá-los não sabe o que acontece por conta do seu agir e nem que mudanças provocou com a sua ação. Não sabe por onde anda, não consegue avaliar as suas intervenções. Para monitorar é necessário tornar preciso o problema, demarcá-lo e medi-lo com rigor, conhecer suas principais determinações e desenhar ações específicas com o poder de eliminar ou minimizar as causas fundamentais que o geram.

O monitoramento apresenta-se, então, como um requisito imprescindível para o exercício da avaliação que se pretenda transformar em um instrumento de gestão.

Quando avaliar ?

A avaliação pode desempenhar um papel decisivo em quatro momentos principais na gestão pública:

a) No diagnóstico inicial: a partir do cenário em que se encontra, definir as diretrizes para a formulação do tipo de política pública necessário;

b) No processo decisório: apresentar alternativas de ação, avaliando custos e benefícios das políticas públicas adotadas, ajudando a identificar o que funciona e o que não funciona;

c) Durante a implementação: o monitoramento dos resultados obtidos ao longo do processo permite que o gestor monitore a política, efetuando os ajustes que se façam necessários;

d) Ao término da ação, avaliam-se os resultados obtidos, em relação ao que se esperava inicialmente. Dessa tarefa, pode-se descobrir causas do insucesso, aperfeiçoar a alocação de recursos no processo orçamentário, além de auxiliar a alocação eficiente dos recursos arrecadados. Quando se avalia o impacto das políticas (avaliação ex post), abrem-se oportunidades de aperfeiçoamento de programas e projetos de investimento, ampliando a accountability e contribuindo para uma cultura orientada para o desempenho nas agências governamentais e para o desenvolvimento de critérios para a aplicação de recursos.

Como avaliar ?

Existe certamente um número bastante elevado de maneiras para se promover avaliações da ação governamental. Nenhuma delas, entretanto, pode ser considerada simples e fácil, sobretudo se atentarmos para a falta de tradição e inexperiência nesta área e a ausência de recursos humanos devidamente treinados nos quadros funcionais das prefeituras. Assim, para se implantar qualquer sistema de avaliação será prudente a escolha, no início, de métodos menos complexos, compatíveis com as limitações atuais, evoluindo progressivamente com a prática e o aprendizado.

É importante lembrar que será necessário organizar um sistema capaz de produzir, ao mesmo tempo, informações e julgamentos sobre os serviços em si, mas também sobre o desempenho do governo local ou de concessionárias privadas na prestação dos mesmos. O ponto de partida é o sistema de informação regular sobre a gestão que, além de permitir o monitoramento das ações, abre a possibilidade de avaliar, isoladamente, as ações ou a gestão como um todo.

Essa avaliação pode ser conseguida com o uso de um conjunto de indicadores que, de forma concisa, informem completamente sobre uma dada realidade. Um sistema de indicadores de desempenho bem planejado e bem estruturado oferece a possibilidade de um grau maior de compromisso com resultados durante a discussão e a execução de programas.

A construção desses indicadores para as organizações públicas é uma tarefa que encerra algumas complexidades específicas, derivadas de suas características institucionais. Isso faz com que, sem dúvida, as técnicas de avaliação de gestão encontram-se mais desenvolvidas no setor privado do que no público. Isso decorre da dificuldade em medir os produtos oferecidos pelo setor público, devido à multiplicidade de objetivos das instituições públicas, da variedade de serviços que provêem e, principalmente, da ausência de mercados, de preços e transações, o que dificulta a mensuração de sucessos por meio de uma medida monetária comum. Não existem, portanto, para o setor público indicadores diretos e sintéticos de mensuração de desempenho tais como os que geralmente se aplicam na empresa privada. Basta citar que muitas vezes o impacto de uma ação, no setor público, depende de fatores exógenos à gestão, de condições econômicas globais ou de prioridades políticas, o que dificulta uma avaliação objetiva do valor que esta ação específica agrega.

Por outro lado, muitos bens e serviços públicos são ofertados gratuitamente ou subsidiados, o que impede sua redução a uma expressão monetária comum.

Por tudo isso, o conjunto de indicadores deve reunir aqueles que se prestam à avaliação dos processos de trabalho (desempenho), com indicadores adequados à avaliação dos resultados (outputs) e com os que servem para avaliar a realização dos efeitos esperados (outcomes).

Avaliação de desempenho

A avaliação de processos ou desempenho na prestação dos serviços urbanos, ou de implantação ou ampliação de infra-estrutura urbana, objetiva aferir a economicidade, eficácia e eficiência com que são executadas essas ações, ou melhor, esses gastos.

A economicidade procura investigar se a ação foi executada pelo menor custo, sem prejuízo da qualidade e a de eficiência. São exemplos de indicadores de economicidade:

  • custo do m2 de construção de posto de saúde de um dado padrão em vários períodos;

  • evolução do custo da tonelada de lixo coletado por quilômetro percorrido.

Entende-se como eficácia o grau em que se atingem os objetivos e as metas de uma ação orientada para um alvo particular, em um determinado período de tempo, independentemente dos custos nos quais se incorra.

Já a eficiência é a relação existente entre os produtos resultantes da realização de uma ação governamental programada e os recursos utilizados diretamente em sua execução.

Inúmeros são os obstáculos para a realização de tais avaliações no meio municipal, notadamente as que necessitam de informações detalhadas sobre custos operacionais e investimentos. As análises que relacionam os resultados alcançados com os recursos utilizados, são dificultadas pela forma ultrapassada de apropriação e classificação das despesas públicas e conseqüente ausência de contabilidade dos custos públicos. A determinação da eficácia também é dificultada pela precariedade dos instrumentos e técnicas de planejamento governamental utilizadas pelas prefeituras, que não estabelecem com precisão as metas a serem atingidas.

Avaliação de resultados e da efetividade

A avaliação de resultados e da efetividade estão muito interligadas. A avaliação de resultados de uma ação (ou conjunto de ações) está diretamente relacionada com as mudanças ou transformações produzidas, a partir da sua realização, em uma realidade concreta. Já a efetividade serve para verificar os níveis de atendimento à demanda e dos impactos ou resultados das ações sobre a população alvo e as relações de causalidade existentes.

O ponto de partida para a implementação da avaliação de resultados ou de efetividade é a descrição do problema a ser enfrentado pela ação ou programa, ou seja, a construção de descritores. Os descritores combinados adequada e pertinentemente poderão conformar os indicadores (compostos ou sintéticos) do problema/programa. Essa é a metodologia adotada pelo Governo Federal para a elaboração do seu PPA.

Os indicadores constituem a base para a avaliação de resultados e da efetividade. Os indicadores que estão diretamente relacionados com os objetivos do problema/programa serão usados para avaliar sua efetividade, enquanto que aqueles relacionados com os meios usados para obtenção dos objetivos serão usados para avaliar resultados.

Como exemplo, um programa na área de educação fundamental que objetiva atender, com qualidade, a população na faixa de 6 a 14 anos, poderia ter como indicadores:

De efetividade:

relação entre a população na faixa etária de seis a quatorze anos e o número de crianças, nessa faixa, atendidas pela rede oficial de ensino no período comparada com o período anterior;

De resultado:

relação professor/aluno no período comparada com o período anterior;
percentual de redução da evasão escolar em relação a período anterior;

Quem tem a responsabilidade pela avaliação ?

Pelo artigo 74 da Constituição de 1988 caberia aos orgãos de controle interno das próprias prefeituras as atividades de avaliação do desempenho governamental em nível municipal. Entretanto, até agora, passados quinze anos, não foi ainda instituída qualquer legislação regulamentadora desses dispositivos constitucionais que definisse responsabilidades e estabelecesse, com a especificidade necessária, as formas para realizar as atividades de avaliação.

Alguns governos têm realizado iniciativas diversas e esparsas, como é o caso do Governo Federal que na lei do PPA - 2000/2003, adotou para si próprio a obrigação de avaliar o desempenho dos seus programas. No entanto, no caso específico dos municípios e até mesmo dos estados, apesar das exigências constitucionais, não há ainda nenhum referencial ou base legal, ou teórica, ou metodológica em que se possam fundamentar para exercer a auto-avaliação preconizada pela Constituição.

Conclusões

A avaliação é uma necessidade para quem governa, um campo de aprendizado e de geração de conhecimento e uma exigência da sociedade democrática. No entanto, não tem sido devidamente encarada dessa forma pelos gestores municipais.

No texto ela é apresentada como uma atividade geradora de informações e julgamentos para fundamentar decisões devendo, portanto, passar a integrar, não de forma episódica, o processo de governar, incorporando-se de forma contínua principalmente com as atividades de planejamento e execução das ações governamentais.

Os sistemas de avaliação devem estar apoiados em sistemas de monitoramento que informem ao gestor, permanentemente, sobre todos os aspectos relevantes da implementação das ações. O monitoramento deverá produzir de forma sistemática, contínua, em tempo hábil e a um ritmo adequado à avaliação, as informações relevantes, precisas, confiáveis e no nível de detalhe adequado.

Elas serão processadas e apresentadas sempre em forma de indicadores de modo a não confundir, com excesso de dados irrelevantes, a ação decisória dos gestores. É através dos indicadores que as intervenções governamentais serão avaliadas quanto às mudanças na realidade que elas se propõem a realizar.

 



« Retorna